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A informação presente neste documento poderá ser alterada à medida em que forem conhecidas mais informações sobre o coronavírus (COVID-19) e novas recomendações do Governo do Estado de Minas Gerais e/ou autoridades de saúde

O Governo de Minas Gerais lançou, no final de abril, o Programa Minas Consciente, visando coordenar medidas de isolamento social de forma responsável nos municípios, permitindo a retomada parcial da economia e observando o impacto no sistema de saúde. O programa setoriza as atividades econômicas em quatro “ondas” (onda verde – serviços essenciais; onda branca – baixo risco; onda amarela – médio risco; onda vermelha – alto risco), a serem liberadas para funcionamento de forma progressiva, conforme indicadores de capacidade assistencial e de propagação da doença. Além disso traz algumas atividades e serviços que só devem ser retomados ao término da pandemia (“onda roxa”). As bibliotecas e arquivos estão incluídos na “onda roxa”, ou seja, devem aguardar o fim da pandemia para retomarem suas atividades. Entretanto, essa é uma orientação estadual, devendo o município tomar suas decisões a partir do contexto e situação de cada cidade.

Caso haja a decisão, por parte dos gestores municipais, de reabertura desses espaços, deve-se adotar procedimentos de segurança e prevenção. É fundamental que todas as ações da administração municipal sejam validadas por profissionais de saúde, minimizando os riscos de contaminação para as equipes de bibliotecas e para leitores e leitoras.

Organizamos abaixo orientações para lidar com o coronavírus nos ambientes de bibliotecas. A fonte de cada informação está indicada, sempre que possível. Recomendamos a verificação e adoção dos protocolos gerais destinados a serviços e atendimento ao público já disponibilizados pelo Programa Minas Consciente, fazendo as adaptações necessárias para os espaços das bibliotecas.

Reiteramos que consideramos prudente manter as bibliotecas públicas e comunitárias com seus serviços presenciais suspensos até o fim da pandemia e que se busque formas alternativas de manter contato com a comunidade de leitores, por exemplo, usando tecnologias de informação e comunicação.

Comunicação
A comunicação é essencial e muito mais agora. As bibliotecas precisam ter calma e comunicar, tanto para os funcionários quanto para os usuários, que são locais seguros, livres de vírus e confiáveis. Sendo assim, não basta apenas comunicar o dia de abertura, mas também explicar quais as medidas sanitárias higiênicas foram realizadas no espaço físico e nos recursos das bibliotecas e quais as que ainda serão realizadas.

Essa comunicação será refletida no protocolo de ação e deve ser feita por meio da própria biblioteca (site, redes sociais, e-mail, cartazes, publicidade...), mídia local (imprensa digital e de papel, rádio , televisão ...), mídia da organização ou instituição da qual a biblioteca ou bibliotecas dependem (press releases, redes sociais corporativas / institucionais...).

As pessoas que frequentam a biblioteca também devem ser informadas sobre os padrões preventivos de higiene por meio de cartazes e folhetos, como os disponibilizados pelo Ministério da Saúde.
 
Orientações gerais
 
  1. Limitar o número de pessoas nos espaços da biblioteca ou na entrada do edifício (regra de ocupação máxima indicativa de 2m² por pessoa) (orientação do Banco Central para agências bancárias, que também tem grande fluxo de pessoas).
  2. Distanciamento social mínimo de 2metros entre as pessoas, incluindo entre os membros da equipe de trabalho.
  3. Bloquear o acesso dos leitores às estantes.
  4. Suspender todas as atividades que reúnam público.
  5. Utilização de equipamento de proteção individual como luvas e máscara pela equipe da biblioteca e máscara pelos leitores (Lei Estadual 23.636, de 17/04/2020).
  6. Lavagem regular das mãos com água e sabão ou aplicação de álcool gel 70%, especialmente após manipulação de superfícies potencialmente contaminadas e antes de iniciar uma novatarefa;
  7. Limitar a presença do número de trabalhadores presentes através da rotação das equipes que desempenham funções não compatíveis com oteletrabalho. Grupos de riscos devem ser afastados das funções presenciais.
  8. Orientar as pessoas para que ao tossir ou espirrar, cubram o nariz e a boca com lenço descartável; descartem o lenço no lixo e lavem as mãos; caso apresentem sintomas de resfriado, evitar contato com outras pessoas e permaneçam em casa (Fonte: AGUIA).
  9. Procurar manter os ambientes ventilados.
  10. Não compartilhar objetos de uso pessoal, como canetas, lápis, copos, celular, etc.
  11. Manter as superfícies livres de adornos e os objetos de trabalho limpos.
  12. Manter também a higiene do rosto e cabelos.
  13. Evitar levar as mãos à boca e nariz antes de estarem limpas.
  14. Antes de manusear objetos de uso compartilhado, lavar as mãos.
 
Higienização do ambiente
Esse tópico se torna altamente relevante no contexto das bibliotecas, por serem espaços pelos quais, normalmente, circulam dezenas de pessoas diariamente. Assim, podemos adaptar para as bibliotecas o procedimento da ANVISA para limpeza e desinfecção de ambientes, equipamentos, utensílios potencialmente contaminados,  a fim de minimizar os riscos de contaminação nesses equipamentos culturais:
  • Nunca varrer superfícies a seco, pois esse ato favorece a dispersão de microrganismos que são veiculados pelas partículas de pó. Se for necessário, deve ser utilizada a técnica de varredura úmida.
  • Limpar todas as superfícies de trabalho como mesas e balcões diariamente, bem como as superfícies potencialmente contaminadas, tais como cadeiras/ poltronas, corrimãos, maçanetas, apoios de braços, encostos, bandejas, interruptores de luz e ar, controles remotos, paredes adjacentes, portas e janelas, com produtos autorizados para este fim.
  • Não utilizar adornos (anéis, pulseiras, relógios, colares, piercing, brincos) durante a realização dos procedimentos de limpeza.
  • Manter os cabelos presos, barba feita ou aparada e protegida, unhas limpas e aparadas. Os calçados devem ser fechados e impermeáveis. Lembrar que o uso de luvas não substitui a higiene adequada das mãos com água e sabão. O uso de álcool gel 70% é pertinente após higiene adequada das mãos.
  • Friccionar as superfícies com pano embebido com água e detergente neutro ou enzimático, entre outros de igual ou superior eficiência. Após o procedimento de limpeza e desinfecção, nunca tocar desnecessariamente superfícies, equipamentos, utensílios ou materiais (tais como telefones, maçanetas, portas) enquanto estiver com luvas, para evitar a transferência de microrganismos para outros ambientes e pessoas.
  • Utilizar produtos saneantes devidamente regularizados na Anvisa.
  • Utilizar produto de limpeza ou desinfecção compatível com material do equipamento/superfície.
  • Lixeiras: aplicar um desinfetante de uso geral, deixar agir por 30 minutos e depois enxaguar.
  • Panos de limpeza: a lavagem com sabão em pó e enxague é suficiente para eliminar o vírus dos tecidos, mas a água utilizada em baldes destinada a esse fim deve ser trocada com frequência.
Atentar para limpeza frequente das superfícies de contato, pois, de acordocomumestudopublicadonoTheNewEnglandJournalofMedicine e comunicado pelo G1,os períodosem que o novo Coronavírus se mantém ativo em diferentes superfícies, ainda que variáveis de acordo com temperatura e umidade, são osseguintes:
  • Plástico: até 72horas
  • Aço inoxidável: até 72horas
  • Cobre: até 8horas
  • Cartão: até 24horas
  • Aerossol/Poeiras: até2h30
 
Orientar os colaboradores a utilizarem produtos de limpeza compatíveis com as superfícies de trabalho, pisos e equipamentos, de modo a higienizá-los sem danificá-los; na falta de produtos específicos, utilizar solução de limpeza sendo uma(1) parte de água sanitária paranove (9) partes de água. Devem ser tomados cuidados específicos para limpeza do acervo bibliográfico (Fonte: AGUIA).
 
Atualização: De acordo com a conservadora Mary Striegel, do National Center for Preservation Technology and Training dos Estados Unidos, o tempo recomendado para a quarentena dos materiais bibliográficos pode ser entre 6 e 9 dias.
 
 
Cuidados com o acervo
Os estudos sobre as formas de contaminação pelo novo coronavírus ainda são incipientes e o que parece ser mais efetivo é a quarentena, ou seja, adotar formas de deixar o tempo agir (Artigo da American Library Association).
Transcrevemos orientações compiladas, traduzidas e elaboradas por Jullyana Araujo (PPACT/MAST) e publicadas pelo Conselho Regional de Biblioteconomia 8ª Região sobre limpeza e cuidados com o acervo neste momento:
  • Todos os especialistas e conservadores ouvidos nos artigos consultados são absolutamente contra a limpeza do acervo utilizando produtos como desinfetantes, cloros e álcool, seja em aerossol ou líquidos.
  • O motivo da não recomendação de limpeza é simples: tais produtos têm grande potencial para danificar livros e outras peças de valor, por vezes de maneira irreversível. Podem causar oxidação, dissolução de tintas, de anotações, desbotamento da cor, etc. É preferível isolar o acervo/a coleção/os itens por um período de tempo em que o vírus não sobreviva mais.
  • Utilizar raios UV também não é recomendado: podem causar forte oxidação e, no geral, não é possível o alcance em todos os “cantos” do item.
  • Objetos históricos, móveis e outras artes decorativas têm a mesma recomendação: sem limpeza agressiva e produtos químicos fortes sem saber quais serão as consequências a longo prazo e sem consultar um conservador-restaurador.
  • Para livros que possam ter estado em contato com o vírus, o desinfetante mais eficiente seria justamente não fazer nada – esperar e manter os livros em quarentena por pelo menos 14 dias. Evita-se duas coisas: a transmissão, e danificá-los com a aplicação de materiais de limpeza.
  • O recomendado é a limpeza apenas de áreas comuns e locais que muitos tocam, como maçanetas, mesas, cadeiras, bancadas, etc.
  • O isolamento é a medida recomendada tanto durante quanto após a pandemia, no caso de devoluções de livros e outros, por exemplo. Durante, preserva-se a saúde dos trabalhadores e também do acervo; após, colocando livros devolvidos em quarentena, evita-se contágios desnecessários.
  • Falando do pós-pandemia, recomenda-se uma quarentena para todos os itens devolvidos às bibliotecas. Para manuseá-los para dentro e fora dessa quarentena, recomenda-se o uso de luvas que devem ser descartadas imediatamente após o manuseio, para que nada mais seja tocado. Após isso, lavar as mãos da maneira e pela quantidade de tempo recomendada pela Organização Mundial da Saúde.
  • Isolamento a nível de objeto, de item pode ser feito colocando-os em bolsas plásticas com zíper, tomando o cuidado de colocar uma etiqueta com a informação do objeto, a data de colocação na bolsa, e o motivo. Medida indicada para bibliotecas que possuem recursos para tal.
  • Caso um espaço para quarentena não seja possível, os itens podem ser colocados em bolsas/sacolas, que deverão ser lacradas por até 14 dias.
  • Os livros que tenham sido utilizados por pessoas doentes devem ser colocados em bolsas de plástico com fecho duplo. Uma vez com o livro dentro, é necessário limpar o exterior da bolsa com um produto de limpeza apropriado. Cuidado para que o produto não entre dentro da bolsa. Uma vez limpo, manter a bolsa em zona segura e isolada por 14 dias.
  • Recomenda-se também suspender o recebimento de doações ou submeter os materiais a quarentena de pelo menos 14 dias antes de serem manipulados.
No momento, o tempo é a limpeza mais barata, simples, segura e eficiente.
 
Proteção individual das equipes
As equipes das bibliotecas devem utilizar luvas e máscaras sempre que manipularem documentos ou estiverem em contato com superfícies potencialmente contaminadas. Devem proceder à higienização regular das mãos de acordo com as indicações do Ministério da Saúde. O cumprimento destas medidas são especialmente importantes sempre que saírem ou entrarem num novo espaço ou iniciarem uma nova tarefa.
Reforçamos que é responsabilidade da administração municipal a garantia de segurança dos profissionais das bibliotecas, assim como o fornecimento de equipamentos de proteção individual.
 
Recomendações técnicas do SNBP

O Sistema Nacional de Biblioteca Públicas, da Secretaria Especial da Cultura, publicou documento em que são apresentadas recomendações ao funcionamento de Bibliotecas Públicas, no sentido de preservação da saúde pública e do bem-estar da população, bem como dos cuidados com todos os profissionais que trabalham nesses equipamentos, respeitado estritamente as determinações de autoridades locais, sejam elas políticas, administrativas, médicas e sanitárias. Acesse em: http://snbp.cultura.gov.br/recomendacoes-tecnicas-covid-19/
 
Atualizado em 06/07/2020
Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de Minas Gerais
 
 
Referências
 

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (Brasil). Procedimento: limpeza e desinfecção de ambientes, equipamentos, utensílios potencialmente contaminados, gerenciamento de resíduos sólidos e efluentes sanitários. Brasília: ANVISA, 2020. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/documents/219201/5777769/PROCEDIMENTO+01+-+PLD-Residuo-Efluentes-/54d4b6eb-36a9-45d9-ba8b-49c648a5f375Acesso em: 5 jun. 2020. 
 

CONSELHO REGIONAL DE BIBLIOTECONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO 8a REGIÃO. Covid-19: recomendações para salvaguarda de acervos em bibliotecas. São Paulo: CRB-8, 2020. Disponível em: http://www.crb8.org.br/covid-19-recomendacoes-para-salvaguarda-de-acervos-em-bibliotecas/. Acesso em: 5 jun. 2020.

 
DOREMALEN, Neeltje van et al. Aerosol and Surface Stability of SARS-CoV-2 as Compared with SARS-CoV-1. The New England Journal of Medicine, Waltham, mar. 2020. https://www.nejm.org/doi/pdf/10.1056/NEJMc2004973?articleTools=true. Acesso em: 5 jun. 2020.
 

EWEN, Lara. How to Sanitize Collections in a Pandemic. American libraries, Chicago,  27 mar. 2020. Disponível em:  https://americanlibrariesmagazine.org/blogs/the-scoop/how-to-sanitize-collections-covid-19/. Acesso em: 5 jun. 2020.

 
GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Minas Consciente: retomando a economia do jeito certo: serviço e atendimento ao cliente. Belo Horizonte: GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, 2020. Disponível em: Consciente https://www.mg.gov.br/sites/default/files/paginas/imagens/minasconsciente/protocolos/minasconsciente_protocolo-servicos.pdf. Acesso em: 5 jun. 2020.
 
GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Minas Consciente: retomando a economia do jeito certo: serviços bancários. Belo Horizonte: GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Disponível em:https://www.mg.gov.br/sites/default/files/paginas/imagens/minasconsciente/protocolos/minasconsciente_protocolo_bancos_1.pdf. Acesso em: 5 jun. 2020. 
 

MARQUINA, Julián. 7 medidas a tener en cuenta para crear un protocolo de actuación ante la apertura de las bibliotecas. [s. n.], Espanha, 2020. Disponível em: https://www.julianmarquina.es/medidas-protocolo-de-actuacion-ante-apertura-de-bibliotecas/. Acesso em: 5 jun. 2020.

 

MINAS GERAIS. Lei n0 23.636, de 17 de abril de 2020. Dispõe sobre a obrigatoriedade de uso de máscara de proteção e outros recursos necessários à prevenção da disseminação do coronavírus [...]. Diário Oficial de Minas Gerais, caderno 1- Diário do Executivo, Belo Horizonte, MG, ano 128, n. 83, p. 1. Disponível em: http://jornal.iof.mg.gov.br/xmlui/handle/123456789/233116. Acesso em: 5 jun. 2020. 
 
MINISTÉRIO DA SAÚDE (Brasil). Coronavírus – COVID-19: o que você precisa saber. Brasília: MINISTÉRIO DA SAÚDE. Disponível em:https://coronavirus.saude.gov.br/. Acesso em: 5 jun. 2020. 
 
SISTEMA NACIONAL DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS (Brasil). Recomendações técnicas COVID-19, Brasília: SNBP, 2020. Disponível em: http://snbp.cultura.gov.br/recomendacoes-tecnicas-covid-19/ . Acesso em: 5 jun. 2020.
 
STRIEGEL, Mary. COVID-19 Basics: disinfecting cultural resources. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=MkkDGUSPe54>. Acesso em: 6 jul. 2020.
 

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO; AGÊNCIA USP DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO ACADÊMICA. Atividades em Bibliotecas: limpeza, higienização e desinfecção. São Paulo: USP, 2020. Disponível em:   https://www.aguia.usp.br/noticias/atividades-em-bibliotecas-limpeza-higienizacao-e-desinfeccao/. Acesso em: 5 jun. 2020. 

 
VALADARES, Marcelo.Quanto tempo o coronavírus sobrevive nas superfícies? Estudo aponta que plástico e aço ampliam a sobrevida. G1, Rio de Janeiro, 19 mar. 2020. Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/03/19/quanto-tempo-o-coronavirus-sobrevive-nas-superficies-estudo-aponta-que-plastico-e-aco-ampliam-a-sobrevida.ghtml. Acesso em: 5 jun. 2020.
 
Proteção individual das equipes
As equipes das bibliotecas devem utilizar luvas e máscaras sempre que manipularem documentos ou estiverem em contato com superfícies potencialmente contaminadas. Devem proceder à higienização regular das mãos de acordo com as indicações do Ministério da Saúde. O cumprimento destas medidas são especialmente importantes sempre que saírem ou entrarem num novo espaço ou iniciarem uma nova tarefa.
Reforçamos que é responsabilidade da administração municipal a garantia de segurança dos profissionais das bibliotecas, assim como o fornecimento de equipamentos de proteção individual.


Recomendações técnicas do SNBP
O Sistema Nacional de Biblioteca Públicas, da Secretaria Especial da Cultura, publicou documento em que são apresentadas recomendações ao funcionamento de Bibliotecas Públicas, no sentido de preservação da saúde pública e do bem-estar da população, bem como dos cuidados com todos os profissionais que trabalham nesses equipamentos, respeitado estritamente as determinações de autoridades locais, sejam elas políticas, administrativas, médicas e sanitárias. Acesse em: http://snbp.cultura.gov.br/recomendacoes-tecnicas-covid-19/

Imagem: Izabel Chumbinho /Acervo Iepha-MG